28 de maio de 2015

Vamos tomar uma pinga?


Nas conversas entre amigas, descobri que na região existem engenhos de cana-de-açúcar. Sou uma simples curiosa, e não entendida no ramo da cachaça, mas a dita é produzida na região artesanalmente, é claro que fui atrás...
Na imagem uma moenda que separa o caldo do bagaço da cana.


Dos três engenhos que me falaram, encontrei dois na cidade de Nazaré do Tocantins - TO, a moenda é movida a tração animal. Na época da visita estavam parado por falta de cana na lavoura, com previsão de colheita para junho.


As espécies plantadas na região são açucarinha e são paulo.


Este é o engenho do Zé Borges, pertence ao Sr. Borges.


O decantador, feito em bronze.


O processo da filtragem passa por essa serpentina.


O segundo é o engenho do Sr. Alcides, é tão famoso e antigo que deu nome ao povoado.


A moenda. 


O Sr. Alcides, conversando sobre o processo de produção. Um fator importante que diferencia a cachaça artesanal da industrial, é a não utilização de elementos químicos, a fermentação é feita através de fubá de milho e o farelo de arroz.


Forno feito de adobe.


Percebi que todo o plantio de cana, era em área baixa, próximo de rio ou córrego.


A mistura dos biomas Amazônia e Cerrado deve dar uma cana-de-açúcar bem especial. Não sou especialista, porém achei a cachaça muito perfumada, já quem entende disse que é boa, comprei um pequeno estoque, agora vou precisar é de uma pequena dorna (Bia procurando serviço, um caso perdido rs).
O curioso, é que eles não têm interesses de criarem um padrão, registro etc. para venda, falaram que a região consome tudo que eles produzem. A turma gosta da famosa branquinha, então, vamos "pingar"?


25 de maio de 2015

"Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia..."



O tempo presente é fugaz e muda rápido, o talentoso Lulu Santos entende disto, e como a nossa vida metaforicamente é uma onda (na sua visão), temos nossos altos e baixos, eu particularmente gosto das pequenas marolas com umas espumas na superfície, sinal de que já rolou altas ondas no mar... (Bia filosofando, é triste rsrsrsrs).
A inquietude fala muito sobre o meu "mudar", na imagem a pintura da Jubiart do jeito que já foi um dia.


Visão frontal da loja á noite com a nova pintura e pequenas mudanças...


A visão pelo dia, nas laterais gazebo e garagem.


Visão mais próxima.


Pequenos detalhes: Placa de madeira restaurada (lixada, selada, e pintada com tinta esmaltada e por último envernizada), para suportar chuva e sol, já que fica na parte externa.


Nicho feito com caixa de alho.


Uma gaiola velha, que tem uma longa história... Pintei com tinta spray, seca rápido e fica uniforme, Os passarinhos são feitos do miolo do buriti, no Pará chamam de miriti.


Sempre que fujo para perto do mar trago esses cachepôs feito de mangue.


O mangue é uma planta que parece cipó, por ser maleável, quando verde, você consegue dar qualquer forma para mangue, depois seca fica moldado no que você imaginar...


Estes nichos, estavam dentro da loja, os trouxe para parte externa da mesma e os  impermeabilizei.



Como boa cabocla, pimentinha para afastar maus presságios e energias negativas. Vaso feito de tala de babaçu, pelo artesão Edésio.


Alguns fãs (cof, cof) da Jubiart, prefeririam a cor forte, mas optei pelo azul claro, além da cor harmonizar e relaxar, fico com um fundo mais claro, e tenho mais liberdade para decorar com cores e as minha inquietudes... 
Tudo aqui é feito com muito carinho e paixão pelo que acreditamos e vivemos.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Template customizado por Meri Pellens.Tecnologia do Blogger.
Voltar ao topo