6 de setembro de 2010

Crochê da Luciana - 04

Tenho por hábito em média fazer uma "sessão de desapego" de 06 em 06 meses de roupa, não que seja aquela consumista, ou aquela boazinha, é que compartilhar faz muito bem, não somente para quem recebe, mas principalmente para quem doa. Só que está peça da foto tem uns 10 anos, sempre Luciana me presenteia com sua arte, não consegui me desapegar desta, com passar dos anos engordei um pouco (oh céus!!!), mas uso ela entreaberta como na foto. Decididamente é uma roupa de afeto que não abro mão. 
 Mais detalhe do meu afeto.

9 comentários:

  1. E não abras mão mesmo amiga.
    Esse género de casaquinho dá um encanto especial por cima de uma peça de roupa quando chega um friozinho que dá gosto aconchegar.É muito bonito.
    Mãeeeeeeeeeeeeeee... a Bia disse que tinha uma cobra, quer dizer GIBOIA, branca!!!
    Amiga, sabes que tenho pavor de cobra, mesmo cobrinha d'agua que não fáz mal?
    Vou-te contar... eu vivi desde os 3 aos 15 anos em Angola(minha terra amada).Chegaram a entrar cobras em casa e uma x vi uma olhando fixamente uma galinha. Gritei por minha mãe e ela valente mulher conseguiu matar.
    Eu acho que é o bicho que tenho mais medo. Agora descobri porque és assim...eheheh, como eu... em pequenas vivemos com bicharada.
    Obrigada amiga por todo o teu carinho.
    Um xi-coração deste lado de cá.
    alice

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  2. Oi Alice!
    Coincidência da nossas vidas, não me lembro se te falei mas o meu esposo é português (meio torto), nasceu em Lisboa e se criou em Angola - Luanda, e faz 37 anos que mora no Brasil. Quando perguntam sua nacionalidade ele sempre responde Angolano - Africano com maior orgulho.
    Na realidade o nosso lugar é onde vivemos e nos sentimos bem. Ah! quanto as cobras... coitadas são indefesas, nem pernas tem para correrem quando ouvem um grito desesperados, já pensastes? ahahahahaha.
    Um dia cheio de luz para vc Alice.

    Bia.

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  3. Amiga, realmente a vida tem coisas que parecem historia de livro.
    Quem nasceu ou viveu em Àfrica, neste caso em Angola, não esquece nunca. Eu tive a sorte de meu pai decidir regressar a Portugal antes do 25 de Abril, porque depois a confusão foi geral.Na Independencia de Angola muita gente foi para o Brasil. Cá meu pai pode dar a mão a muitos amigos.
    Eu vivia no Andulo, perto de Silva Porto(teu marido deve conhecer o nome dessas terras).
    Outra coincidencia... meu marido é Angolano, viveu em Cabinda e Luanda.
    Meu sogro nasceu no Brasil,Seus pais vieram para Portugal ele era pequenito. Eram 14 filhos, e o pai dele um grande lavrador.
    Maior parte dos irmãos vive aí. Meu sogro faleceu e só tem cá uma irmã e um irmão,de resto, todos os irmãos quando cresceram regressaram ao Brasil e por aí vivem e bem, graças a Deus.Moram no Rio, e S. Paulo.Têm sitios onde passam os fins de semana e férias. Agora estão reformados, mas os filhos, como os pais são todos nascidos no teu grande país.
    TENS PENINHA das cobras...minha nossa! e ainda dizes que não têm perninhas??? Pois não...mas a rastejar andam mais que eu!
    Puxa vida! Teriamos tanto que contar.
    Tanta coisa fica por dizer.
    Um grande xi-coração com muito carinho.
    alice

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